Tiyê Macau é filho da serpente, criador de macumbarias cênicas e artesanias nativas. Artista multidisciplinar, transmasculino, amazônico, brincante popular, pesquisador e teórico das artes, interessado em processos de criação em dança, som-imagem, texto, performance e curadoria, a partir de estéticas afropindorâmicas. Desenvolve investigações nas áreas de estética da arte contra-colonial, articulando ancestralidade, memória, território e gênero. É vondunsi rê no Tambor de Mina, dançou por oito anos na manifestação tradicional Cacuriá, junto ao LABORARTE e a Griot Dona Teté. Entre 2023 e 2024 foi professor substituto das graduações em dança da Universidade Federal do Ceará, e também ofertou módulos ao curso técnico de dança do Centro Cultural Bom Jardim (CE). Atualmente está cursando o doutorado em Artes Cênicas, na linha de teatralidades e performatividades na Universidade de São Paulo (USP), é mestre em História Social, na linha de cultura e poder, pela Federal do Ceará (UFC) e graduado em Teatro pela Universidade do Maranhão (UFMA).