Dora Selva é artista interdisciplinar com descendência brasileira e hondurenha, transitando pelos campos da dança, performance, fotografia e audiovisual. Sua pesquisa tem o corpo como matéria primordial, fundamentando-se nas relações entre movimento, espiritualidade, identidade e natureza. É formada em Dança pela PUC-SP e integrou a Lia Rodrigues Companhia de Danças de 2013 a 2017. Em 2018 concluiu a residência artística Formação e Deformação da EAV Parque Lage (RJ), participou da coletiva Monumental #3, curada por Marc Pottier, e teve as obras audiovisuais MÁTRIA e Jibóia exibidas nas coletivas Solar da Aurora (2020) e Solar Nascentes (2022). Seus filmes circulam por festivais independentes com a temática do corpo e do cinema experimental, incluindo DE•COMPOSIÇÃO (2019), parceria com Vincent Moon. Circula desde 2018 com a pesquisa de dança De Quando As Águas Cresceram Por Sobre O Ventre Da Terra, com temporadas no SESC-SP e Centro Coreográfico do RJ. Em 2022 integrou a residência EMERGE NYC, resultando na obra fotográfica Alvorada, em parceria com Helena Cooper. É criadora da Viva Pelve, plataforma de pesquisa sobre a pelve envolvendo oficinas, práticas regulares, processos artísticos, pesquisa sonora e criação de conteúdo.