13 e 14 de novembro, quinta e sexta-feira | 19h
Centro Cultural Banco do Brasil – Teatro III
Tapajós – Gabriela Carneiro da Cunha

Tapajós é uma performance nascida da escuta do testemunho do rio Tapajós sobre a contaminação de suas águas pelo mercúrio proveniente do garimpo de ouro ilegal. Essa é a terceira parte do Projeto Margens sobre rios, buiúnas e vagalumes conduzido há mais de 10 anos pela artista Gabriela Carneiro da Cunha. A performance emerge de uma aliança multiespécie entre mães – mães da região do Tapajós, mães Munduruku, mães do Sairé, a mãe do peixe, a mãe da floresta, e, por fim, a Mãe do Rio – propondo que todo corpo pode ser habitado por uma mãe. Não se trata apenas de conceber, mas de criar e sustentar a vida. Gabriela segue desenvolvendo sua linguagem artística alimentada pela escuta profunda dos rios amazônicos, pela investigação das fronteiras entre ritual e performance, pela participação ativa do público e pela conexão simbólica entre o mercúrio que revela o ouro na água e o processo fotográfico – com o teatro transformado em laboratório.
Duração: 90 minutos.
Classificação indicativa: 16 anos.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada) à venda na bilheteria do CCBB ou no site bb.com.br/cultura | Meia-entrada para estudantes, maiores de 65 anos e pagamentos com cartões Banco do Brasil.
Concepção e Direção: Gabriela Carneiro da Cunha e o Rio Tapajós | Com: Gabriela Carneiro da Cunha e Mafalda Pequenino | Criação em processo: Sofia Tomic, João Freddi, Vicente Otávio, Mafalda Pequenino, Gabriela Carneiro da Cunha | Assistência de Direção: Sofia Tomic | Fotografias: Gabriela Carneiro da Cunha, Vicente Otávio, João Freddi | Técnica Fotográfica: João Freddi, Vicente Otávio | Edição de Imagens: Gabriela Carneiro da Cunha, João Freddi, Marina Schiesari, Sofia Tomic, Vicente Otávio | Edição de Texto: Manoela Cezar, Gabriela Carneiro da Cunha, João Marcelo Iglesias, Sofia Tomic | Dramaturgia: Alessandra Korap, Maria Leusa Munduruku, Ediene Munduruku, Cacica Isaura Munduruku, Ana Carolina Alfinito, Paulo Basta, Julia Ferreira Corrêa, Rosana Farias Mascarenhas, Dalva de Jesus Vieira, Osmar Vieira de Oliveira, Celiney Eulália de Oliveira Lobato, Rodrigo Oliveira, Mauricio Torres, Eric Jennings | Tradução Munduruku–Português: Honesio Dace Munduruku | Direção Técnica: Jimmy Wong | Iluminação: Jimmy Wong | Assistente de Iluminação: Matheus Espessoto | Som: Felipe Storino | Técnica de Som e Criação Multimídia: Bruno Carneiro | Figurinos: Sio Duhi | Cenografia: Sofia Tomic, Ciro Schu, Jimmy Wong | Cenografia da Exposição: Marina Schiesari | Consultoria: Raimunda Gomes da Silva, Dinah de Oliveira, Tomás Ribas | Apoio e Parcerias: Associação Fotoativa, Clube do Analógico | Produção Associada: Associação de Mulheres Munduruku Pariri, Associação Sairé | Produção no Território: Carolina Ribas | Produção: Ariane Cuminale, Yara Ktaish | Produção Geral: Gabi Gonçalves | Realização: Corpo Rastreado, Aruac Filmes, Théâtre Vidy-Lausanne, Projeto Margens | Finance: Alba Roque, Tárik Puggina | Comunicação: Jessica Laurino | Distribuição na Europa: Théâtre Vidy-Lausanne | Coprodução: Wiener Festwochen | Frei Republik Wien, Festival d’Automne à Paris, Les Spectacles vivants – Centre Pompidou (Paris), Halles de Schaerbeek, Kunstenfestivaldesarts (Bruxelas), La rose des vents – scène nationale Lille Métropole – Villeneuve d’Ascq / Next festival, Théâtre Garonne (Toulouse), International Summer Festival Kampnagel (em andamento) | Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento: Manchester International Festival
14 e 21 de novembro, sextas-feiras | 16:30h
Áudio-caminhada da Praça Tiradentes ao Centro Cultural Banco do Brasil
Terra Nullius – Má Criação – Paula Diogo

Inscrições gratuitas através do formulário (23 vagas por sessão): https://forms.gle/3khk7MuNdE6DY8cBA
TERRA NULLIUS é um espetáculo-percurso que tenta capturar a experiência de um lugar distante. Durante um ano, Paula Diogo esteve em Reykjavik a desenvolver um projeto que tentava capturar uma ‘experiência do lugar’ cruzando-a com narrativas pessoais e coletivas. Como procedimento, usou duas ações simples: caminhar e escrever.
TERRA NULLIUS é um espetáculo que transborda do espaço do teatro, ocupando a geografia urbana da cidade e o espaço virtual de discussão e pensamento. A versão final do projeto foi apresentada em Outubro de 2020 no Teatro Nacional D. Maria II, tendo sido apresentado em várias cidades da Europa e América Latina, desde então. Neste momento, o trabalho é uma grande tapeçaria sonora que cruza geografias e as coloca em diálogo com cada nova cidade a que chega.
Para cada nova localização um percurso é desenhado na cidade, criando uma sobreposição com a faixa sonora pré-existente. O público é então convidado a caminhar pela cidade em grupo. A experiência termina com a leitura solitária do livro TERRA NULLIUS, que cada pessoa do público leva para casa.
Terra Nullius foi um termo criado pela lei internacional para definir territórios que não pertenciam a ninguém e por isso podiam ser ocupados e declarados como território “novo”. Mas o termo Terra Nullius encerra também um significado poético. Uma ideia de território inexplorado, território não reclamado onde é possível viver fora de leis de mercado e de produção, uma espécie de oásis de liberdade onde seria possível recomeçar e repensar uma ideia de sociedade. Etimologicamente significa também literalmente terra de ninguém, terra sem dono, terra que não pode ser reclamada, ponto zero.
Duração: 90 minutos.
Classificação indicativa: 12 anos.
Direção, criação e performance: Paula Diogo | Criação, texto e voz: Paula Diogo | Criação Sonora e Música: João Bento | Captação no Rio de Janeiro e Produção local: Joana Guimarães | Guias locais: Adelly Costantini e Renato Linhares | Conceito (livro): Paula Diogo e Frame coletivo | Design Gráfico (livro): Masako Hattori | Mapas: Elsa Mencagli | Colaboradores na criação: Alfredo Martins, Daniel Worm, Elsa Mencagli, Estelle Franco, Masako Hattori, Frame Colectivo, Carlos Alves e Renato Linhares | Apoio dramatúrgico: Alex Cassal | Fotografía de cena: João Tuna | Co-Produção: Má-Criação e Teatro Nacional D.Maria II | Financiamento: República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção Geral das Artes | Agradecimentos locais: Joana Guimarães, Fábio Osório, Doca, Denise Milfont, TropiGalpão e Atos de Fala | Produção executiva: Vanda Cerejo | Apoio à comunicação: Carlos Alves | Co-produção: Má-Criação e TNDMII | Residências de co-produção: Citemor, Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas e O Espaço do Tempo | Parceiros à criação: Alkantara, Galeria Zé dos Bois | Apoio à Residência Artística: Companhia Olga Roriz | Apoio: CML – Polo Cultural Gaivotas | Boavista
Trabalho desenvolvido como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e Fundo Cultural da GDA em 2018/19
Projeto financiado pela República Portuguesa – Cultura / Direção Geral das Artes.
A Má-Criação é uma estrutura apoiada pela Câmara Municipal de Lisboa e acolhida pelo Alkantara.
15 de novembro, sábado | 19h
Centro Cultural Banco do Brasil – Teatro III
NIÑ(H)O OU UMA CASA PROVISÓRIA PARA O NASCIMENTO DO INVISÍVEL – Tiyê Macau

Pode ser uma palestra-performance ou terreno provisório de esterilização da visão colonial. Ação para tornar o estéril em estéreo analógico. Um gesto para confiar a “cura” numa existência do impossível, afropindorâmica-transmasculina-amazônica-artista-curadora, que se manifesta no tensionamento entre os gestos de fala-dança-escuta, entre a aparência transitória e o não se deixar ver por estratégia. Pela opacidade, construir uma casa provisória para o aparecimento de quem firma presença pelo invisível, uma existência da biointeração, que retoma sua imagem, que se pare e se forja na impossibilidade. Território de escuta e envolvimento, de aparecer no desaparecimento e acontecer de alumbramento.
Duração: 60 minutos.
Classificação indicativa: 16 anos.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada) à venda na bilheteria do CCBB ou no site bb.com.br/cultura | Meia-entrada para estudantes, maiores de 65 anos e pagamentos com cartões Banco do Brasil.
Concepção e Performance: Tiyê Macau | Colaboração e Criação Sonora: Marta Supernova | Operação técnica e Produção: Marô, Jacob Alves | Produção: Corpo Rastreado
16 de novembro, domingo | 18h
Centro Cultural Banco do Brasil – Teatro III
Mostra Laboratório de Criação – Dia 1
Através de uma convocatória em âmbito estadual, seis artistas foram selecionados para participar do Laboratório de criação de palestras-performances. O resultado deste processo integra a programação do Festival, com três dias dedicados à mostra.
Classificação indicativa: 16 anos.
Corpo de Trabalho – Flávia Naves

Uma artista e professora em regime de trabalho 40 horas, precisa contratar uma profissional autônoma para conviver com artistas em seu lugar durante o laboratório de criação do Festival Atos de Fala. Nesse convívio, relações entre ausência e presença, contrato e cuidado fazem emergir a questão: o que é ser artista?
Speak in Portuguese! – Lucas Bebiano

Em cena, a tradução das expectativas sexuais-raciais de sujeitos em convivência virtual evidencia simbologias de nacionalidade e obsessões homoeróticas.
Entrada gratuita, com ingressos retirados na bilheteria do CCBB RJ, 1 hora antes do início.
17 de novembro, segunda-feira | 19h
Centro Cultural Banco do Brasil – Teatro III
Mostra Laboratório de Criação – Dia 2
Classificação indicativa: 16 anos.
Biota – Cinthia Mendonça

Multidões agitadas estão tomando decisões neste momento.
Estalactite VII – Um Problema de Forma – Fátima Aguiar

O que submerge e o que vem à tona?
Há vozes que se instalam antes da fala, nomes dados antes do nascimento, formas herdadas sem pergunta.
A forma é processo, mas antes de tudo é linguagem.
Entrada gratuita, com ingressos retirados na bilheteria do CCBB RJ, 1 hora antes do início.
19 de novembro, quarta-feira | 19h
Centro Cultural Banco do Brasil – Teatro III
Mostra Laboratório de Criação – Dia 3
BRASA – Dora Selva

Classificação indicativa: 16 anos.
BRASA é uma pesquisa sobre o elemento fogo, e se pergunta qual a importância de cultivar uma chama onde aparentemente já há incêndio. Nas terras em brasa o corpo rebola, ginga, luta, reza, seduz, se esquiva e ataca. Conviver é sempre um ato de guerra e alquimia—transformar o fogo que queima em fogo que anima. Dançar em brasa sem se reduzir a cinza.
Criação e performance: Dora Selva | Identidade visual: Mirna Machado | Iluminação: Tayná Maciel |Músico: Léo Dias | Engenharia de som: Ângelo Wolf | Apoio: Vila Hercilia
Noisé Nego – Murillo Marques

Através de práticas de recusa e do entortar como gesto de expansão das margens de gênero, “noisé nego” se manifesta como um ritual de celebração das múltiplas e infinitas individualidades negras.
Entrada gratuita, com ingressos retirados na bilheteria do CCBB RJ, 1 hora antes do início.
20 de novembro, quinta-feira | 19h
Centro Cultural Banco do Brasil – Teatro III
Reconhecer e Perseguir – Pérfida Iguana

Havia um grupo de pessoas que tentava criar, repetidamente, um chão para dançar. Para produzi-lo, lançavam mão de fragmentos de uma história, que podia ser da dança ou não. A cada tentativa, um novo chão surgia, abrindo caminho para outro futuro possível. No entanto, o chão tanto quanto o futuro são instáveis e seguem se transformando constantemente pelo esforço do grupo, revelando o poder do trabalho humano de construir coisas e destruí-las simultaneamente.
Duração: 60 minutos.
Classificação indicativa: Livre.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada) à venda na bilheteria do CCBB ou no site bb.com.br/cultura | Meia-entrada para estudantes, maiores de 65 anos e pagamentos com cartões Banco do Brasil.
Direção e performance: Carolina Callegaro, Raul Rachou e Renan Marcondes | Performer convidada: Marilene Grama | Texto, figurino e arte gráfica: Renan Marcondes | Dramaturgismo: Artur Kon e Clarissa Sacchelli | Trilha original: Peri Pane e Otávio Ortega (gravada na estúdio 100 Grilos) | Músicas originais: Artur Kon (letra) e Paula Mirhan (composição e voz) | Desenho de luz: Laura Salerno e Marcus Garcia | Direção técnica e operação: Matias Ivan Arce | Fotografias: Mariana Chama e Tetembua Dandara | Produção executiva: Tati Mayumi | Direção de produção: Tetembua Dandara
21 de novembro, sexta-feira | 19h
Centro Cultural Banco do Brasil – Teatro III
Manejo – Pérfida Iguana

Nessa performance inédita criada para o festival Atos de Fala, os artistas retomam uma série de vídeos produzidos durante a pandemia, entrelaçando-os a ações performáticas de caráter repetitivo. Os vídeos pesquisam a relação entre movimento e o mundo das plantas, enquanto os artistas reencenam, na forma de depoimento, o percurso de questionamentos que suas obras sofreram por parte do poder público sobre a sua legitimidade como uma obra de dança. O relato percorre o longo processo jurídico desencadeado a partir disso e evidencia como sua resolução transformou profundamente a percepção do grupo sobre o contexto de produção no Brasil e sobre os modos possíveis — ou necessários — de se relacionar com ele.
Duração: 50 minutos.
Classificação indicativa: Livre.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada) à venda na bilheteria do CCBB ou no site bb.com.br/cultura | Meia-entrada para estudantes, maiores de 65 anos e pagamentos com cartões Banco do Brasil.
Concepção, textos e direção: Carolina Callegaro e Renan Marcondes | Vídeos: Bruta Flor Filmes | Performance: Carolina Callegaro, Marilene Grama, Matias Arce, Raul Rachou, Renan Marcondes, Tetembua Dandara | Luz: Marcus Garcia e Matias Arce | Figurino: o grupo | Equipe de criação da série Manejo: Artur Kon, Clarissa Sacchelli, Andreia Yonashiro, Erica Tesarollo
22 de novembro, sábado | 19h
Centro Cultural Banco do Brasil – Teatro III
T R A M A – Eleonora Fabião

Ao longo de 2023, um grupo de artistas, servidoras e servidores de diversos setores da Prefeitura do Rio de Janeiro participou da RASP/Residência Artística no Setor Público. O coletivo se reuniu em lugares de força para imaginar colaborativamente projetos para a cidade e modos de efetivá-los. A partir dos encontros mensais — com a participação de anfitriãs e anfitriões que receberam o coletivo em oito preciosos espaços culturais cariocas — nasceram 19 propostas. No ano seguinte, com o intuito de dar continuidade ao processo de implantação das propostas, um livro foi escrito. O livro, assim como a ação, se chama T R A M A — redigido desse jeito, com maiúsculas e espaçamento entre as letras, uma trama firme e arejada. No Teatro III do CCBB, com a presença de participantes da ação e do público, a T R A M A seguirá sendo tramada. Compartilharemos fios que fiamos e emaranhados que emaranhamos — histórias, questões, conceitos, motivações, dúvidas, frustrações, aprendizagens, alianças. E compartilharemos também o livro. No Festival Atos de Fala, recém saído da gráfica, o livro falará: será aberto, folheado, olhado, lido, debatido. E será ofertado — cada pessoa receberá um exemplar. Ele que é um livro-sim. Um livro-ação. Um livro cheio de vontade. E de força de vontade. Um livro encaminhamento de forças.
Duração: 120 minutos.
Classificação indicativa: Livre.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada) à venda na bilheteria do CCBB ou no site bb.com.br/cultura | Meia-entrada para estudantes, maiores de 65 anos e pagamentos com cartões Banco do Brasil.
Em cena: Angela Moreira (servidora pública, Empresa Municipal de Informática/IPLANRIO), Bruno Affonso Rego Rossato (servidor público, Secretaria Municipal de Educação/SME), Daniella Mudesto (servidora pública, Secretaria Municipal de Saúde/SMS), Eleonora Fabião (idealizadora e condutora da T R A M A), Eremita Medeiros dos Santos (servidora pública, Secretaria Municipal do Ambiente e Clima/SMAC), George de Souza Alves (servidor público, Instituto Fundação João Goulart/FJG), Ivani Figueiredo do Nascimento (educadora, Galpão Bela Maré em 2023), Karoll Silva (coordenadora da Escola Livre de Dança da Maré, Centro de Artes da Maré), Luiza Mello (curadora da T R A M A), Mariah Miguel (produtora executiva da T R A M A) | Assistência: Nadiana | Fotos: João Pedro Orban e Mariana Angelito | Realização RASP – Residência Artística no Setor Público: República.org, Instituto Betty & Jacob Lafer e Automatica | Parceria institucional: Fundação João Goulart, Prefeitura do Rio de Janeiro
23 de novembro | 18h
Centro Cultural Banco do Brasil – Teatro III
Os Pombos Não São o que Parecem – Darks Miranda e Juliana Fausto

Pombas que moram no Arquivo Nacional e buscam os mapas de volta para casa, galinhas que põem ovos incessantemente e não são ouvidas por seus vizinhos, morcegos como armas mortíferas. Filme ao vivo em três atos.
Duração: 60 minutos.
Classificação indicativa: 16 anos.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada) à venda na bilheteria do CCBB ou no site bb.com.br/cultura | Meia-entrada para estudantes, maiores de 65 anos e pagamentos com cartões Banco do Brasil.
Texto, direção, vídeos e dramaturgia: Darks Miranda e Juliana Fausto | Colaboração dramatúrgica: Elisa Band | Assistente: Jayme Menezes