grupo cinza

 

cinza é um grupo artístico estabelecido em São Paulo, coordenado pelos escritores e dramaturgos Gustavo Colombini e João Dias Turchi. O grupo atua em intervenções urbanas, teatro, rua, arquitetura, literatura, publicações, artes visuais e dramaturgia. Os eventos do grupo têm seu foco no texto, no espaço e na palavra. Criado em 2013, o cinza surge a partir do projeto Planta, evento teatral realizado no Minhocão/SP que fez parte da X Bienal de Arquitetura de São Paulo (2013). Em 2015, o livro Histórias para serem lidas em voz alta foi escrito e publicado como resultado de uma pesquisa dos autores pela fala em fricção com o texto no teatro, inaugurando o selo de publicações cinza. Também criaram o evento teatral Ponto de Fuga (2015), na Casa do Povo/SP e a instalação Reunião de Condomínio (2016), dentro do museu do louvre pau-brazyl. O projeto atual do grupo é o livro-site projetohipertexto.com.br (2017), desdobrado fisicamente pela criação do dispositivo visual-dramatúrgico máquina_hipertexto (2017). Atualmente, o grupo segue em pesquisas artísticas colaborativas e individuais, inaugurando um espaço fluido de atuações de colaboradores artísticos. [site: www.grupocinza.com.br]

 

Gustavo Colombini

 

Dramaturgo e diretor teatral formado pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), fez parte da terceira turma do Núcleo de Dramaturgia SESI – British Council em São Paulo. É autor das peças O silêncio depois da chuva, com direção de Leonardo Moreira, indicada ao Prêmio Shell de Teatro de São Paulo, na categoria de Melhor Autor e Colônia, com direção de Vinicius Arneiro. É integrante e cofundador do grupo artístico cinza. Concebeu, dirigiu e escreveu as ações Ponto de Fuga, na Casa do Povo e Planta, realizado dentro da X Bienal de Arquitetura de São Paulo, ambas em parceria com o escritor João Dias Turchi. Escreveu Histórias para serem lidas em voz alta, selecionado para o prêmio ProAC de Criação Literária e o livro-site projetohipertexto.com.br, ambos em coescritura com João Dias Turchi. É também um dos integrantes do Grupo de Estudos Práticos em Linguagem Experimental (GEPLE). Ministrou oficinas e cursos sobre dramaturgia e escrita experimental em diversas cidades brasileiras, Argentina e Chile. Atualmente é artista-orientador do Projeto Ademar Guerra – Programa de Qualificação em Artes do Estado de São Paulo.

 

João Dias Turchi

 

Escritor, mestre em teatro pela Universidade de São Paulo (ECA-USP) e fez parte da 4ª turma do Núcleo de Dramaturgia SESI- British Council. É autor da peça Máquina de escrever reticências (2012), dirigida por Beth Lopes, no SESI Paulista. dirigiu e escreveu, junto ao grupo Cinza, as ações Ponto de Fuga (2014), na Casa do Povo; Planta (2013), realizada dentro da 10a Bienal de Arquitetura de São Paulo; Reunião de Condomínio (2016), no museu do louvre pau-brazyl. é autor da peça Todas as ruas têm nome de homem (2016), direção de Francis Wilker. Escreveu e atuou em 69 Salas HeV (2016), na Casa do Povo e Terminal 10 mg (2017), ambas com o MEXA, que trabalha com comunidade LGBTT em situação de rua. Escreveu o livro Histórias para serem lidas em voz alta, o livro-site Hipertexto e executou a Máquina Hipertexto, com Gustavo Colombini. É também um dos integrantes do Grupo de Estudos Práticos em Linguagem Experimental (GEPLE). trabalha como consultor de projetos culturais e jurídico do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP).

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